INSTITUTO CERVANTES
O Instituto Cervantes é a instituição criada pela Espanha, em 1991, para promover, ensinar a língua espanhola e difundir a cultura da Espanha e dos demais países hispanoparlantes. As sedes centrais da instituição se encontram em Madri e em Alcalá de Henares (Madri), cidade de nascimento do escritor Miguel de Cervantes. Os centros do Instituto Cervantes estão situados em quatro continentes.
No Brasil o Instituto Cervantes realizou um grande esforço para aumentar sua presença, acompanhando o crescimento experimentado por este país no que se refere ao estudo e ao uso da língua espanhola. Após a abertura dos primeiros Institutos, em São Paulo (1998) e no Rio de Janeiro (2001), no ano de 2007 foram inauguradas quatro novas sedes em Brasília, Curitiba, Porto Alegre e Salvador, seguidos pela criação dos Institutos de Recife, Belo Horizonte e Florianópolis. Com isso, a rede do Instituto Cervantes no Brasil conta com nove centros, sendo o país com o maior número de Institutos em todo o mundo.
CENTRO CULTURAL DA ESPANHA EM SÃO PAULO
No Brasil, o Centro Cultural da Espanha – AECID está localizado em São Paulo. A instituição tem realizado um intenso trabalho em associação com os poderes públicos e com uma diversificada gama de instituições e organizações da sociedade civil. A ênfase do trabalho do Centro Cultural da Espanha em São Paulo (CCE-SP) não se limita a promoção da cultura espanhola, mas reside no desenvolvimento de iniciativas que agreguem diferentes atores iberoamericanos, em assuntos de interesse comum.
Trata-se, portanto, de fomentar o encontro de experiências e recursos para apoiar espaços de reflexão, intercâmbio e diálogo e, assim, promover a produção artística e cultural e o seu papel como fator de desenvolvimento. Busca-se (assim) dinamizar e descentralizar a atividade cultural, no intuito de contribuir com o exercício dos direitos de produção e fruição de todos os agentes do campo da cultura. Diferente de outros Centros da rede de Centros Culturais da Espanha, o CCE-SP não possui uma sede própria. Inicialmente entendida como uma falha, esta característica terminou por fortalecer a sua habilidade para a criação de redes parceiras e invenção de novos contextos de atuação.