"A Magia de Miró" chega em Brasília

A exposição "A Magia de Miró" apresenta 69 obras, entre desenhos e gravuras, e 23 fotografias do artista catalão

DATAS

Do 1 de julho ao 30 de agosto

Abertura no dia 30 de junho, às 19h

PREÇO

Entrada franca

LOCAL

Caixa Cultural de Brasília

SBS Quadra 04, Lotes 3/4 - Edifício Anexo à Matriz

APOIO

Escritório Cultural da Embaixada da Espanha no Brasil

A exposição  “A magia de Miró” oferece a oportunidade ao espetador de Brasília de desfrutar dos 69 desenhos e gravuras e as 23 fotografias que integram a coleção de Alfredo Melgar, curador e amigo do artista espanhol Joan Miró (1893-1983). A mostra, que conta com o apoio de Cooperación Española, através do Escritório Cultural da Embaixada da Espanha, se inaugurará na terça-feira, 30 de junho, com um pequeno discurso do Embaixador da Espanha, Manuel de la Cámara Hermoso e poderá visitar-se de graça na Caixa Cultural de Brasília até o 30 de agosto. A exposição, que já passou por São Paulo, Curitiba, Rio de Janeiro, Recife e Fortaleza, estará dois meses na capital brasileira e continuará seu itinerário até Vitoria.

 

As 69 obras da Coleção Melgar datam de diferentes períodos de produção, indo de 1962 até 1983 e são, na sua maioria, gravuras (técnica da que Miró é considerado um dos maiores mestres de todos os tempos) e alguns desenhos únicos. Além disso, a exposição conta com 23 fotografias que mostram ao Joan Miró, em branco e preto, através do objetivo do seu amigo e curador da mostra, o fotografo e conde de Villamonte, Alfredo Melgar. As imagens foram tomadas no ateliê do artista pelo que registra o processo criativo, assim como seu ambiente mais intimo e pessoal. Pelo que, as obras da exposição remetem ao processo produtivo de Miró que, apesar de ter um espirito de liberdade criativa, era rigoroso na sua labor diária e trabalhava com a disciplina dum operário.

 

Considerado um dos artistas mais originais do século XX, Joan Miró explorou diversas técnicas e linguagens artísticos tais como pintura, escultura, litografia, cerâmica, colagem, cenografia teatral... Embora foi sempre contrario às classificações e correntes artísticas, está sinalado como um dos principais nomes do movimento surrealista já que sua obra recolhe motivos do universo da memoria e o subconsciente, com grande fantasia e imaginação. Mas, provavelmente, o mais importante do seu trabalho foi seu particular universo onírico, marcado pelas formas e as cores que, excepcionalmente, poderão ser desfrutados em Brasília até o dia 30 de agosto.

 

Mais informação: www.caixacultural.com.br